Isto não é sobre um rito de passagem, isto é sobre violência

Marcha Mundial das Mulheres

Por: Débora Antoniazi Del Guerra* e Mariana Prandini Assis**

Uma jovem branca pintada de negra, carregando um cartaz com os dizeres “Caloura Chica Silva”, é exibida como prêmio, no vasto pátio de cimento, pelo bem vestido jovem branco que detém suas correntes. Do outro lado do mesmo pátio, um jovem pintado de marrom encontra-se amarrado à pilastra, enquanto ao redor dele três outros jovens brancos, um deles com bigode que remete a Hitler, se divertem fazendo a saudação nazista. Não, esse não é o script de uma peça que trata do racismo, sexismo e autoritarismo do passado. O local onde essas imagens puderam ser vistas é o Território Livre José Carlos da Matta Machado[1], na faculdade de direito da UFMG. A data, 15 de março de 2013. A ocasião, uma recepção aos novo/as estudantes.

Diferentemente do que afirmam aqueles que procuram justificá-la, a prática descrita acima não constitui um rito…

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