Frente Brasil Popular

05-09-2015-ato-politico-final-Conferência-Nacional-Popular-foto-Lidyane-Ponciano-BAIXA-9-de-15Dia 05 de setembro, ocorreu em Belo Horizonte – MG o lançamento da Frente Brasil Popular, onde cerca de dois mil militantes de diversas entidades e movimentos sociais lotaram o Hall das Bandeiras da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. O movimento tem como objetivo confrontar o avanço de uma pauta conservadora imposta ao país, enfrentar a intolerância e a atitude antidemocrática com unidade e com uma agenda política que mostre um caminho para o Brasil, além de defender a democracia, a qual foi conquistada com muito suor e sangue derramado da classe trabalhadora durante a ditadura militar.

A Conferência Nacional Popular contou com a participação de representantes de movimentos sociais, centrais sindicais, movimentos de negritude, LGBT, de mulheres e do movimento estudantil (UNE, UBES), ao lado de lideranças políticas, parlamentares e intelectuais de esquerda, que criticaram tanto o golpismo como a atual política econômica do governo federal.

Estiveram presentes com suas respectivas delegações, 21 estados, mais o Distrito Federal. Foram discutidas alternativas para a crise política e econômica e, no final, lançado uma plataforma denominada “Manifesto ao Povo Brasileiro”.

A Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil – FEAB compreende que o lançamento da Frente Brasil Popular – FBP é uma importante ferramenta para que a esquerda brasileira saia da defensiva e entre em um patamar de ofensividade contra a onda conservadora que se apropria da insatisfação social para comprometer a democracia. Também podemos destacar, que a FBP surge em uma conjuntura de diversos ataques aos direitos da classe trabalhadora pela câmara e o senado federal liderados pelo deputado Eduardo Cunha e o senador Renan Calheiros, como são as propostas de: redução da maioridade penal, lei da terceirização e a “Agenda Renan” que amplia a idade mínima para aposentadoria, tarifa o uso do SUS e flexibiliza a legislação ambiental.

A FEAB também acredita que a FBP deve ir além de defender a democracia, mas dizer para a presidenta Dilma, que não foi com essa política econômica que ela foi eleita, não é com cortes em educação, saúde, infraestrutura e arrocho fiscal que o país sairá da crise. A Frente Brasil deve apresentar e defender uma nova política econômica, com a taxação das grandes fortunas, taxação dos lucros dos bancos, combate à sonegação fiscal, reforma tributária e auditoria da dívida pública, ou seja, para que os ricos paguem a conta de uma crise econômica que não pertence aos trabalhadores e as trabalhadoras.

Coordenação Nacional – Gestão: 2015/16
“Em movimento por uma nova Agronomia”

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